Ação Bate Coração atende mais de 1500 pessoas no Parque do Ibirapuera

No dia Nacional de Prevenção das Arritmias Cardíacas e Morte Súbita, celebrado neste domingo (12/11), o CEJAM ofereceu atendimento gratuito e orientações sobre o tema, durante a 8ª edição da Ação Bate Coração, que aconteceu no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Mais de 1500 pessoas puderam aferir a pressão arterial, realizar o teste de glicemia e calcular índice de massa corpórea (IMC), além de aprender a realizar as manobras de reanimação e desengasgo, com os instrutores do Centro de Treinamento da Escola de Saúde CEJAM.

As atividades foram realizadas pelos professores, instrutores e alunos da Escola. “Achei muito interessante a iniciativa, pois facilita o acesso da população e oferece oportunidade para todos ligarem o sinal de alerta”, destacou Clara Aparecida Prata.

Quem passou pelo local também pode participar de uma aula de yoga ao ar livre e da caminhada “Prevenir é Viver com Qualidade”, conduzida por educadores físicos do CEJAM. “O evento é excelente. Muito didático e importantíssimo, pois são coisas simples que podem salvar uma vida. Eu nunca tinha feito essas manobras e, agora que aprendi, é só replicar para as outras pessoas”, afirmou Leandro de Lima, que participou do treinamento de RCP.

A equipe do Núcleo de Educação em Urgência (NEU) do SAMU-SP deu orientações sobre as formas corretas de acionamento do serviço, os riscos dos chamados indevidos e a prevenção ao trote, por meio do Programa Amigos do SAMU.

Com mais de 300 mil óbitos por ano, a morte súbita é a pior consequência das arritmias. É um evento inesperado e veloz, levando não mais do que uma hora entre o início e a finalização do processo. Ocorre em pessoas de qualquer idade, mesmo aparentemente saudáveis. Menos de 50% dos pacientes com morte súbita têm sintomas prévios. Devido a essa velocidade na ocorrência e sua imprevisibilidade, conseguir identificar rapidamente os casos é essencial para aumentar a chance de sucesso no atendimento. Cada minuto sem socorro diminui em 7% a 10% a chance de sobrevivência.


Data de Publicação: 13/11/2017

Fonte: Assessoria de Imprensa CEJAM