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Médico especialista do CEJAM fala sobre como evitar as picadas de mosquito

Estamos no verão, a época do ano mais propícia às picadas de mosquito. Em um país que sofre com a dengue há mais de 30 anos e mais recentemente com a Zika, a Chikungunya e com a volta da febre amarela, o tema vem à tona com mais relevância. Um assunto para Dr. Mario Bracco, especialista do CEJAM.  

“As picadas de mosquitos são extremamente comuns no verão pela combinação de altas temperaturas e umidade com acúmulo de água parada. Felizmente, a grande maioria dos insetos que picam as pessoas, não são vetores de doenças graves, mas as formas de prevenção são semelhantes.

As picadas de mosquitos provocam uma reação inflamatória local caracterizada por vermelhidão, edema e prurido, que ocorre logo após a picada e desaparecem após algumas horas, porém, pode perdurar por até alguns dias, em pessoas mais sensíveis. Raramente, em pessoas susceptíveis pode haver reações inflamatórias mais intensas, como a urticária popular. Neste caso, a pessoa deve ser levada a um serviço de saúde para atendimento médico”.
Como podemos evitar?

Evitar picadas passa pelo cuidado à exposição aos insetos, em primeiro lugar. Portanto, tudo o que você ouviu falar para não se expor ao Aedes aegypti, vale para os demais mosquitos, isto é, não deixar água parada dentro de casa, em vasos e plantas, mas também em louças sujas na pia por vários dias, por exemplo.

Nos locais próximos a matas, no litoral, a exposição é frequente. Portanto, o meio mais eficaz é o uso de repelentes. Os mais eficazes são os que contêm DEET na fórmula. O que varia é a concentração, quanto maior, maior o tempo de proteção.

Concentrações em torno de 10% protegem por cerca de duas horas. Concentrações de 20 a 30% protegem por períodos mais longos, mas só devem ser utilizados em crianças acima de 12 anos. Precauções básicas incluem passar somente em áreas expostas (não passar em baixo da roupa); não passar em cima de lesões (que podem ser produzidas por coçar picadas); lavar as mãos sempre após; nunca passar nas mãos de crianças pequenas que fatalmente produzir provocará irritações oculares.

Se acontecer, o que fazer?

Lavar o local da picada com água fria ou gelo, e sabão neutro.
●Deixar a pele limpa e não coçar.
 ●Nos casos de crianças que não conseguem dormir por causa do incômodo causado por coceira ou edema, pode ser utilizada medicação antialérgica prescrita pelo médico da família.

Como driblar o incômodo?

Usar o bom-senso. Sempre ficar atento às reações alérgicas que podem ser desencadeadas pelas picadas.


Data de Publicação: 19/01/2018

Fonte: Assessoria de Comunicação CEJAM