Seu email foi confirmado com sucesso!

Para ativar a senha de seu email, favor abrir um chamado no CAS informando a chave #.
Em alguns segundos, você será direcionado para a criação de sua assinatura digital.

X

Sua assinatura digital foi criada com sucesso!

Lhe foi enviado um email com a sua assinatura, juntamente com as instruções para a sua utilização.

Leptospirose: o que você precisa saber sobre a doença

Em período de fortes chuvas, além dos estragos causados por alagamentos há também um perigo que, muitas vezes, se manifesta de maneira silenciosa por até duas semanas: a leptospirose.

Doença com alta taxa de letalidade - podendo chegar a 40% no Brasil -, a leptospirose é causada por uma bactéria presente na urina de roedores. A contaminação é feita a partir do contato da pele com enchentes, lama, rios, esgotos ou caixas d’água contaminados.

Os sintomas podem demorar até duas semanas para se manifestarem e incluem icterícia, febre alta, dor de cabeça e no corpo, fraqueza, tosse, náuseas, vômitos, sangramentos e alterações renais.

“É preciso evitar ao máximo o contato com a água de enchentes, mas caso isso não seja possível, é importante pensar em proteger a pele e não a roupa”, explica Maurício Kuscharky, médico auditor do CEJAM.

O médico orienta também que seja feita a higienização da pele, com água e sabão, o mais rápido possível após o contato com áreas de risco. Quanto mais tempo dura esse contato, maiores as chances de contrair leptospirose.

Além disso, utilizar botas e luvas é uma boa alternativa para aumentar a prevenção contra a doença. Alimentos e medicamentos devem ser imediatamente descartados e a limpeza dos ambientes atingidos é fundamental.

“Muitas pessoas que contraem leptospirose podem ter comprometimento renal e chegar a um fator crítico muito grande. Infelizmente, muitos casos acabam evoluindo para óbito”, comenta Maurício.
Em caso de suspeita da doença, procure imediatamente a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima e informe que houve contato com possíveis locais contaminados com urina de rato. Para mais informações, acesse aqui!


Data de Publicação: 13/03/2019

Fonte: Assessoria de Comunicação CEJAM