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Bebês devem ser levados ao oftalmologista assim que nascem

 

Um aspecto importante sobre a visão dos bebês é que desde cedo é possível detectar sinais que indicam necessidade urgente de tratamento. “Se houver uma mancha branca na pupila, vermelhidão nos olhos, ou ainda se a criança estiver demonstrando incômodo na presença de luz e lacrimejamento constante, não se deve esperar que o problema se resolva sozinho. O tamanho dos olhos e sua movimentação também são relevantes e devem ser acompanhados”, diz o doutor Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo.

O especialista afirma que ainda na sala de parto é realizada a primeira ação de saúde ocular na criança. “Logo após o nascimento, é pingada uma gota de nitrato de prata para prevenir doenças oculares graves que possam causar cegueira. Mesmo assim, o acompanhamento dos pais é fundamental para o desenvolvimento de uma visão saudável. Existem 40 milhões de cegos no mundo e pelo menos metade poderia estar enxergando se tivesse recebido socorro imediato”, diz.

Até os 15 meses de vida, crianças têm muito mais dificuldade de enxergar imagens em movimento, diz estudo

De acordo com pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, os bebês têm muito menos habilidade em reconhecer imagens em movimento quando comparados aos adultos. “A experiência visual dos recém-nascidos chega a ser dez vezes mais lenta que a dos adultos. Os bebês não nascem com as habilidades visuais que vão precisar ao longo da vida. O cérebro é que, gradualmente, passa a usar a informação visual para desvendar o mundo”, diz o doutor Faraz Farzin, que coordenou o estudo.

Para Renato Neves, mesmo em adultos o cérebro tem uma capacidade limitada para absorver todas as informações em movimento. Normalmente, uma pessoa não consegue absorver as mudanças quadro a quadro que ocorrem mais rápido do que 50 ou 70 milésimos de segundos. Em crianças com idade entre seis e 15 meses, esse tempo cai para meio segundo, mais ou menos. “Isso justifica, por exemplo, por que os programas infantis devem usar a linguagem visual numa velocidade compatível à percepção das crianças pequenas. Caso contrário, tudo o que verão são manchas e borrões coloridos”.

Um aspecto importante sobre a visão dos bebês é que desde cedo é possível detectar sinais que indicam necessidade urgente de tratamento. “Se houver uma mancha branca na pupila, vermelhidão nos olhos, ou ainda se a criança estiver demonstrando incômodo na presença de luz e lacrimejamento constante, não se deve esperar que o problema se resolva sozinho. O tamanho dos olhos e sua movimentação também são relevantes e devem ser acompanhados”, diz o doutor Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo.

O especialista afirma que ainda na sala de parto é realizada a primeira ação de saúde ocular na criança. “Logo após o nascimento, é pingada uma gota de nitrato de prata para prevenir doenças oculares graves que possam causar cegueira. Mesmo assim, o acompanhamento dos pais é fundamental para o desenvolvimento de uma visão saudável. Existem 40 milhões de cegos no mundo e pelo menos metade poderia estar enxergando se tivesse recebido socorro imediato”, diz.

De acordo com pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, os bebês têm muito menos habilidade em reconhecer imagens em movimento quando comparados aos adultos. “A experiência visual dos recém-nascidos chega a ser dez vezes mais lenta que a dos adultos. Os bebês não nascem com as habilidades visuais que vão precisar ao longo da vida. O cérebro é que, gradualmente, passa a usar a informação visual para desvendar o mundo”, diz o doutor Faraz Farzin, que coordenou o estudo.

Para Renato Neves, mesmo em adultos o cérebro tem uma capacidade limitada para absorver todas as informações em movimento. Normalmente, uma pessoa não consegue absorver as mudanças quadro a quadro que ocorrem mais rápido do que 50 ou 70 milésimos de segundos. Em crianças com idade entre seis e 15 meses, esse tempo cai para meio segundo, mais ou menos. “Isso justifica, por exemplo, por que os programas infantis devem usar a linguagem visual numa velocidade compatível à percepção das crianças pequenas. Caso contrário, tudo o que verão são manchas e borrões coloridos”.


Data de Publicação: 15/08/2011

Fonte: Vida Equilíbrio