Aguarde...
18 de Maio de 2026
Foto: Magnific
Para muitos profissionais, o esforço físico é uma constante na rotina de trabalho. Ao longo dos anos, porém, a repetição de movimentos, a sobrecarga e a ausência de pausas adequadas podem impactar diretamente a saúde, muitas vezes de forma silenciosa e progressiva.
Segundo o Dr. Gustavo Vinent, Supervisor de Saúde Ocupacional do CEJAM, movimentos repetitivos, associados à pressão contínua sobre músculos e articulações, provocam um desgaste acumulativo. “Esse processo favorece inflamações, perda de mobilidade e até um envelhecimento precoce do sistema musculoesquelético”, explica. Na prática, isso significa que estruturas como tendões, ligamentos e articulações passam a responder com mais dificuldade às exigências do dia a dia.
Esse desgaste nem sempre é percebido de imediato. Geralmente, ele começa com desconfortos leves, que surgem no fim do expediente e desaparecem após o descanso. Com o tempo, esses sinais tendem a se tornar mais frequentes e intensos, indicando que o corpo já não consegue se recuperar no mesmo ritmo. Como destaca o especialista, quadros relacionados ao trabalho têm início lento, mas evolução progressiva, o que pode dificultar a identificação precoce.
No entanto, a dor costuma ser naturalizada nesse contexto e entendida como parte do ofício, o que contribui para atrasar a busca por cuidado. O especialista alerta que esse comportamento pode agravar quadros inicialmente simples. “Desconfortos temporários podem evoluir para lesões crônicas e até incapacitantes”, afirma. Ele reforça que a dor deve ser interpretada como um limite diante da sobrecarga.
Entre as condições mais frequentes estão tendinites, lombalgias, artralgias e bursites, além de alterações na coluna, como protrusões e hérnias de disco. Regiões como joelhos, ombros, quadril e coluna concentram a maior parte das queixas, justamente por suportarem cargas repetidas.
“Como toda máquina, o sistema musculoesquelético precisa de pausas para se recuperar. A ausência desses intervalos leva ao acúmulo de fadiga muscular e microlesões, o que pode acelerar a progressão de quadros dolorosos e degenerativos a longo prazo”, enfatiza o médico.
Os impactos, contudo, extrapolam o campo físico. A dor persistente interfere na qualidade de vida e no bem-estar emocional. De acordo com o Dr. Gustavo Vinent, o sofrimento contínuo pode reduzir a motivação, afetar a autoestima e desencadear sintomas como irritabilidade, insônia e ansiedade, podendo evoluir para quadros de depressão. Segundo o especialista, as consequências afetam a rotina pessoal, o convívio social e a capacidade de trabalho a longo prazo.
Embora esse cenário seja comum, algumas medidas individuais e organizacionais podem ajudar a reduzir os impactos:
- Realizar pausas regulares durante a jornada, permitindo a recuperação muscular;
- Alternar tarefas para evitar a sobrecarga das mesmas estruturas do corpo;
- Manter atenção à postura e utilizar equipamentos de apoio, quando indicados;
- Incluir alongamentos ao longo do dia;
- Praticar atividade física regular para fortalecimento muscular;
- Não normalizar a dor: reconhecê-la como um sinal de alerta e procurar ajuda profissional.
Adotar esses cuidados na rotina ajuda a reduzir o impacto do esforço contínuo e a preservar a funcionalidade do corpo, evitando que os sinais iniciais evoluam para limitações mais sérias e crônicas.
Fonte: Comunicação, Marketing e Relacionamento
SEDE CEJAM
Av. da Liberdade, 765, Liberdade,
São Paulo, 01503-001
(11) 3469 - 1818
INSTITUTO CEJAM
Av. da Liberdade, 765, Liberdade,
São Paulo, 01503-001
(11) 3469 - 1818
O CEJAM
Onde Atuamos
Fale com a Gente
Acesso Rápido
CONTATO
11 3469-1818
Segunda à Sexta - 08 às 17 hs
Acesse aqui nossas redes sociais
Revista Tecnico-Cientifica CEJAM Selo Diamante de Ciência Aberta
Diretório Migulim Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia - IBICT
Selo de Afiliado
Associação Brasileira de Editores Científicos - ABEC Brasil
Grupos de pesquisa certificados pelo Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil Lattes CNPq
© 2026 TODOS OS DIREITOS RESERVADOS
Prevenir é viver com qualidade!
© 2026
Prevenir é viver com qualidade!
Escolha uma opção...
Voltar...