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23 de Março de 2026
Foto: Freepik
O desenvolvimento de pessoas com síndrome de Down está diretamente relacionado às oportunidades de cuidado, estímulo e acolhimento recebidas desde os primeiros anos de vida. O tema ganha ainda mais relevância no Dia Mundial da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março e reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) como um marco global de conscientização.
A data faz referência à trissomia do cromossomo 21, uma alteração genética caracterizada pela presença de três cromossomos 21 nas células, em vez de dois. É fundamental salientar que a síndrome de Down não é uma doença, mas sim uma condição genética que requer um acompanhamento multiprofissional, contínuo e humanizado.
Nas últimas décadas, avanços no diagnóstico e nas políticas de inclusão têm contribuído para que mais pessoas com síndrome de Down vivenciem a vida adulta com autonomia, ocupando espaços no ensino superior e no mercado de trabalho. Para tanto, essa jornada é construída desde a infância, período em que o cuidado pediátrico exerce papel essencial no apoio ao desenvolvimento psicomotor e cognitivo da criança, favorecendo a identificação de necessidades específicas e o encaminhamento às avaliações terapêuticas pertinentes.
Esse olhar clínico constante é o que permite identificar e monitorar, precocemente, aspectos fundamentais para a qualidade de vida, como as variações do tônus muscular e a rotina do sono, garantindo que a criança receba o suporte adequado em cada fase de seu crescimento.
Embora o acompanhamento primário seja pediátrico, a neurologia atua como uma importante fonte de suporte para compreender o perfil de desenvolvimento e as estratégias educacionais mais adequadas. A Dra. Márcia Rodrigues, neurologista do AME Carapicuíba — unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) e gerenciada pelo CEJAM, destaca como o suporte especializado potencializa a evolução do paciente.
“O desenvolvimento de crianças com síndrome de Down pode apresentar um ritmo diferente em áreas como linguagem, coordenação motora e aprendizagem. A estimulação precoce permite trabalhar essas habilidades desde os primeiros anos, favorecendo a comunicação, a interação social e a construção gradual da autonomia. Esse suporte atua diretamente na plasticidade do sistema nervoso, ajudando a criança a superar desafios e a desenvolver seu potencial máximo ao longo da infância e adolescência.”
Além do cuidado em saúde, o ambiente social exerce papel decisivo. O acesso à educação inclusiva e à convivência com outras crianças contribuem para o fortalecimento da autoestima e das habilidades sociais.
A consolidação de políticas públicas, junto à conscientização de famílias e sociedade, garante que pessoas com síndrome de Down tenham acesso a recursos adequados, tornando a inclusão social efetiva e promovendo oportunidades reais de participação e desenvolvimento pessoal.
Fonte: Comunicação, Marketing e Relacionamento
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